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Segmento industrial

Visão computacional na agroindústria e no armazenamento de grãos

Na agroindústria e no armazenamento de grãos, a uAiLook usa as câmeras da unidade para detectar fumaça em secadores, moegas e galpões, registrar o acesso às entradas de silos e espaços confinados, verificar EPI nas áreas de risco e acompanhar a fila de caminhões e o estoque ensacado durante a safra.

Roda em servidor GPU na planta ou em nuvem dedicada, com as câmeras que você já tem.

  • Integração nativa Hikvision, ONVIF e RTSP
  • Sem sensor novo na linha
  • Aderente à LGPD
Fumaça detectada sobre um transportador, com alerta já enviado

Quais são as dores da agroindústria e dos armazéns de grãos que as câmeras resolvem?

Princípio de incêndio no secador descoberto tarde

Grão superaquecido, acúmulo de pó e palha na fornalha e no secador começam a queimar sem chama visível para quem está longe. Quando o alarme dispara, o fogo já passou para o duto ou para o elevador.

Entrada em silo e moega sem registro

Desobstrução de grão empedrado e limpeza de fundo de silo levam gente para dentro de espaço confinado. A permissão de entrada existe, mas quem entrou, quando saiu e se havia vigia fica só no papel.

Fila de caminhões que trava o recebimento na safra

No pico da colheita, a fila na portaria e na balança cresce sem medida, e o tempo de espera do caminhão vira atrito com produtor e transportadora. A decisão de abrir outra moega é tomada no olho.

Saldo de big bags e sacaria que não bate com o sistema

Pátio com big bags e armazém com pallets de sacaria dependem de contagem manual periódica. A diferença entre o físico e o sistema só aparece no inventário, quando a carga já foi vendida ou expedida.

Quais condições da unidade agroindustrial o sistema precisa enfrentar?

Unidades armazenadoras e agroindústrias têm condições que derrubam um modelo genérico. O modelo é treinado e validado com imagens da sua unidade, na safra e na entressafra.

Poeira de grão em suspensão

Descarga na moega, transportadores e limpeza levantam pó que reduz a visibilidade e cobre a lente. A limpeza periódica das câmeras faz parte do projeto.

Área externa e luz do dia variando

Pátio, portaria, balança e topo de silo ficam expostos a sol, chuva e noite. O modelo precisa funcionar do amanhecer ao turno noturno da safra.

Grandes distâncias e alturas

Silos altos, galpões extensos e pátios abertos pedem câmeras que cubram áreas grandes. O levantamento define onde a câmera existente atende e onde falta cobertura.

Operação sazonal

Na safra a unidade roda em vários turnos com equipe temporária. Na entressafra, a manutenção domina. As regras de cada área acompanham essa mudança.

Onde isso se aplica na unidade

Portaria e balança rodoviáriaMoegas de recebimentoSecadores e fornalhasElevadores e transportadoresSilos metálicos e armazéns graneleirosBeneficiamento e classificaçãoExpedição rodoviária e ferroviáriaPátio de big bags e sacaria

O que muda na operação agroindustrial?

Fumaça vista antes da chama

O alerta chega enquanto o princípio de incêndio ainda está no secador ou na moega, e a brigada atua antes de o fogo chegar aos dutos e ao silo.

Entrada em espaço confinado com registro

Cada acesso às entradas de silo e moega fica com imagem e horário, e o SESMT confere o registro contra a permissão de entrada emitida.

Recebimento da safra com dado

Tempo de fila e de descarga medidos permitem ajustar turnos, abrir moegas e combinar janelas com transportadoras com base no que acontece de fato.

Saldo físico acompanhado

A quantidade de big bags e pallets em pátio e armazém é conferida com frequência maior que a do inventário, e a divergência aparece antes do fechamento.

Onde está o retorno na agroindústria e nos armazéns de grãos?

Na agroindústria, o retorno costuma aparecer primeiro em uma de três frentes. O diagnóstico aponta qual delas pesa mais na sua unidade.

Perda por incêndio evitada

Incêndio em secador e silo destrói grão estocado, parte da estrutura e a capacidade de recebimento no meio da safra. Detectar cedo reduz a extensão do dano e a parada da unidade.

Acidente em espaço confinado prevenido

Engolfamento em silo e atmosfera perigosa em moega estão entre os eventos mais graves da unidade. Registrar cada entrada fortalece o controle sobre quem entrou e em que condição.

Mais caminhões atendidos por dia

Com fila e tempo de descarga medidos, a unidade reduz a espera, atende mais cargas no pico e diminui o atrito com produtores e transportadoras.

O que a visão computacional não resolve na agroindústria?

  • Não substitui a permissão de entrada e trabalho, o vigia, o monitoramento de atmosfera e o resgate exigidos para espaço confinado. A câmera registra o acesso na entrada, não o que acontece dentro do silo.
  • Não mede temperatura interna da massa de grão. A termometria continua sendo a ferramenta para acompanhar aquecimento no silo.
  • Não substitui o projeto de proteção contra incêndio e explosão, nem o controle de poeira combustível na unidade.
  • Não mede o volume de grão a granel dentro do silo ou do armazém graneleiro. A contagem por imagem vale para unidades visíveis, como big bags e pallets.

Quais normas pesam na agroindústria e nos armazéns de grãos?

A plataforma não certifica conformidade. Ela gera registro e evidência para a gestão exigida pelas normas abaixo.

NR-31

Trata da segurança e saúde no trabalho na agricultura e atividades ligadas, incluindo requisitos para silos e secadores. Onde se aplica, o uAiSafety e o uAiFire geram registro de EPI e de fumaça nessas áreas.

NR-33

Trata da segurança em espaços confinados, como silos, moegas e túneis de transportadores. As câmeras registram o acesso às entradas, como evidência complementar à permissão de entrada e ao vigia.

NR-23

Trata da proteção contra incêndios nos locais de trabalho. Secadores, fornalhas e acúmulo de poeira combustível concentram o risco, e o uAiFire soma a detecção visual ao sistema existente.

As referências a normas indicam onde a plataforma gera evidência. A interpretação e a aplicação da norma na sua planta seguem com o SESMT e o responsável técnico.

Perguntas frequentes sobre visão computacional em agroindústria e grãos

A câmera detecta fumaça dentro do secador?

A câmera detecta a fumaça que aparece do lado de fora, na saída de ar, nas portas de inspeção, nos dutos e no entorno do secador. O interior fechado continua monitorado pelos sensores do próprio equipamento.

Funciona com a poeira da moega e dos transportadores?

Funciona, desde que o modelo seja validado com imagens da sua unidade e as câmeras tenham um plano de limpeza. Poeira intensa reduz a visibilidade, por isso o posicionamento é definido no levantamento.

A câmera substitui o vigia de espaço confinado?

Não. A NR-33 exige permissão de entrada, vigia, monitoramento de atmosfera e plano de resgate. A câmera registra quem entrou e quando, e ajuda o SESMT a conferir esse registro contra a permissão emitida.

Dá para medir o tempo de fila dos caminhões na safra?

Sim. Com câmeras na portaria, na balança e nas moegas, o sistema acompanha a chegada, a espera e a descarga dos caminhões, e entrega o tempo de fila por período para ajustar a operação.

Por qual módulo uma unidade armazenadora costuma começar?

Unidades com histórico de princípio de incêndio começam pela detecção de fumaça em secadores e moegas. Unidades com gargalo no recebimento começam pelo fluxo de caminhões. O diagnóstico de 30 minutos aponta qual módulo paga o projeto primeiro.

Precisa de internet na unidade para funcionar?

Com o servidor GPU instalado na unidade, o processamento é local e o alerta chega pela rede interna. A nuvem dedicada é uma opção para quem tem conectividade estável e prefere não manter servidor no local.

Conteúdo técnico por , Diretor de P&D e cofundador. Engenheiro mecatrônico pela UFU e engenheiro de controle e automação pelo INSA Toulouse.

Atualizado em

Comece pelo ponto de maior risco da unidade

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